Sistemas AVAC em Setúbal e Troia
O AVAC — aquecimento, ventilação e ar condicionado num sistema só — é a resposta para os espaços de Setúbal que os splits já não servem: os escritórios da cidade com ar viciado ao fim da tarde, a restauração com salas cheias e cozinhas a pedir extração compensada, e a hotelaria de Troia, onde o conforto silencioso é o produto. A diferença está na letra V: a renovação de ar que os splits não fazem e que os espaços com pessoas o dia inteiro exigem.
Fazemos o ciclo completo — projeto, instalação e manutenção — com a vantagem que a distância transforma em argumento: obra planeada por fases fora do horário, e contratos de manutenção com calendário e resposta definidos por escrito.
Restauração e hotelaria: o AVAC que serve o negócio
Numa sala de restaurante de Setúbal cheia ao jantar, o split de parede perde a guerra: pessoas, cozinha aberta e porta a bater pedem caudais de ar novo e distribuição pensada — condutas discretas, unidades de teto, e a extração da cozinha compensada para a sala não virar túnel de vento. Em Troia, soma-se o padrão hoteleiro: silêncio nos quartos, controlo por zona, e a robustez costeira dos equipamentos exteriores.
O par natural do setor: o AVAC da sala e o frio da cozinha projetados e mantidos pela mesma equipa — um interlocutor para todo o frio e clima do estabelecimento.
Escritórios e serviços: ar novo é produtividade
O escritório setubalense típico — dez pessoas, janelas fechadas, CO2 a subir desde as 10h — resolve-se com ventilação com recuperação de calor: ar novo filtrado sem desperdiçar a climatização, e os requisitos de qualidade do ar interior cumpridos de caminho. Para os edifícios de serviços maiores, o VRF com controlo por zona é o padrão que projetamos.
O diagnóstico inicial é uma visita: áreas, ocupação, o que existe — e a proposta diz o que falta a sério, que às vezes é um sistema completo e às vezes é só a ventilação que nunca ninguém instalou.
Manutenção AVAC: o contrato que a lei e a fatura pedem
Um sistema AVAC comercial sem manutenção degrada depressa e às escondidas: filtros saturados, consumos a subir 20-30%, e as obrigações de manutenção e qualidade do ar dos edifícios de serviços por cumprir. O contrato resolve as três frentes: rotinas com calendário, relatórios que provam a diligência, e a resposta a avarias com prazo escrito — a versão séria da promessa, como em tudo o que fazemos a 50 km.
Para os sistemas que herdaram anos de abandono, a primeira intervenção a sério nota-se na fatura do mês seguinte — e no ar da sala, que os funcionários notam primeiro que a gerência.
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Perguntas frequentes
O meu restaurante em Setúbal tem splits e a sala continua abafada. Porquê?
Porque os splits recirculam o mesmo ar — arrefecem-no, mas o CO2, os cheiros e a humidade das pessoas ficam. A solução é acrescentar renovação (ar novo com recuperação), não mais splits. O diagnóstico com medição de CO2 na hora de ponta mostra-o a preto e branco.
Dá para instalar AVAC com o restaurante a funcionar?
É o cenário normal: o trabalho ruidoso faz-se fora do serviço, o sistema antigo mantém-se até à comutação, e o fecho — se existir — mede-se em horas planeadas. A obra desenha-se à volta do negócio; parar a faturação para instalar clima seria vender o problema com a solução.
Fazem a manutenção de sistemas AVAC que não instalaram?
Sim, multimarca — do split comercial ao VRF e às UTAs. Começamos pelo levantamento do que existe (frequentemente ninguém tem o mapa) e o primeiro relatório vira a linha de base do contrato: o que está bem, o que se recupera, o que está em dívida.