Instalação de Carregadores para Carros Elétricos em Lisboa
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Instalação de Carregadores para Carros Elétricos em Lisboa

Wallbox em casa, garagem ou condomínio — instalação certificada

  • Técnicos certificados
  • Orçamento gratuito
  • Resposta no próprio dia
5.0
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Passo 1  

O que fazemos numa instalação de carregador

Avaliação da potência e do quadro
Avaliação da potência e do quadro

Antes de propor equipamento, vemos a potência contratada, o estado do quadro elétrico e a distância ao lugar do carro. É isto que decide o projeto — não o catálogo da wallbox.

  • Potência contratada
  • Quadro avaliado
  • Orçamento por fotos
  • Sem surpresas em obra
Circuito dedicado com proteções próprias
Circuito dedicado com proteções próprias

O carregador liga ao quadro por circuito exclusivo, com diferencial próprio para carregamento e disjuntor à medida do cabo. É o que separa uma instalação segura de uma extensão glorificada.

  • Circuito exclusivo
  • Diferencial dedicado
  • Cabo dimensionado
  • Instalação certificada
Condomínios: comunicação e traçado
Condomínios: comunicação e traçado

Tratamos da parte técnica e da documentação para a administração: ligação ao contador da fração, traçado do cabo pelas zonas comuns e o papel que o condomínio pode pedir.

  • Comunicação preparada
  • Ligação à fração
  • Traçado acordado
  • Conforme a lei
Gestão de carga e ligação ao solar
Gestão de carga e ligação ao solar

Wallbox com gestão dinâmica ajusta o carregamento ao consumo da casa em tempo real — sem disparos e, quase sempre, sem subir o contrato. Com painéis solares, o modo solar carrega com o excedente.

  • Gestão dinâmica
  • Sem aumentar contrato
  • Modo solar
  • App de controlo

As perguntas de quem vai instalar um carregador

Um wallbox bem instalado carrega mais depressa, protege a instalação da casa e cumpre as regras do condomínio. Estas são as dúvidas que decidem o projeto.

Posso carregar na tomada normal ou preciso mesmo de wallbox?

Pode — como recurso. Como rotina, é o risco que não vale a pena.

Qualquer carro elétrico carrega numa tomada doméstica com o cabo de emergência, a cerca de 2,3 kW — uma noite inteira para ganhar cem e poucos quilómetros. Como desenrasque ocasional, funciona. Como rotina diária, não: uma tomada comum não foi desenhada para dez horas seguidas perto do limite, e numa instalação com alguns anos o aquecimento das ligações é um risco real, não teórico. É o padrão que encontramos nas reparações de tomadas queimadas: o problema raramente nasce no carro, nasce na tomada cansada que ninguém verificou.

A wallbox resolve as duas pontas do problema: carrega a 7,4 kW ou mais — o carro fica pronto em poucas horas em vez de uma noite — e fá-lo num circuito dedicado, com diferencial próprio para carregamento e disjuntor dimensionado ao cabo. A segurança não está na caixa bonita na parede; está no circuito que a alimenta.

Há um meio-termo que às vezes se justifica: a tomada reforçada de carregamento, mais barata que a wallbox, para quem faz poucos quilómetros. Dizemos-lhe com contas qual dos três cenários serve o seu caso — incluindo o de não instalar nada já.

  • Tomada normal: só desenrasque
  • Wallbox: 3 a 5x mais rápida
  • Circuito dedicado obrigatório
  • Tomada reforçada como meio-termo

A potência contratada chega ou vou ter de pagar mais todos os meses?

Quase sempre chega — com gestão dinâmica de carga.

A conta que assusta: uma wallbox de 7,4 kW a carregar com o forno e a máquina de secar ligados ultrapassa a potência contratada de muita casa portuguesa — e o quadro dispara. A resposta clássica era subir o contrato e pagar mais todos os meses para sempre. Hoje raramente é preciso.

A gestão dinâmica de carga mede o consumo da casa em tempo real e ajusta o carregamento ao que sobra: a casa a puxar muito, o carro carrega devagar; a casa a dormir, o carro carrega no máximo. Nunca passa o limite, nunca dispara, e de manhã o carro está cheio na mesma — porque as horas de menor consumo da casa são exatamente as horas em que o carro está parado na garagem.

Quando o aumento de potência é mesmo inevitável — casas com contratos muito justos, ou quem quer carregar depressa a qualquer hora — tratamos do processo completo: adaptação do quadro ao novo escalão, certificação e pedido junto da E-Redes. E se a casa tem tarifa bi-horária, programamos o carregamento para o vazio: é aí que o custo por quilómetro fica numa fração dos postos públicos.

  • Gestão dinâmica evita o aumento
  • Carrega no vazio da bi-horária
  • Aumento tratado quando preciso
  • E-Redes e certificação connosco

Vivo em condomínio: o prédio pode impedir-me?

Em regra, não — o direito é seu. O segredo está em como se comunica.

A legislação da mobilidade elétrica protege o condómino: pode instalar um ponto de carregamento no seu lugar de estacionamento mediante comunicação prévia à administração — na generalidade dos casos não depende de autorização da assembleia. O custo é seu, a instalação é sua, a energia passa pelo seu contador.

Na prática, o que decide se o processo demora duas semanas ou seis meses é a qualidade da comunicação: uma carta vaga gera reunião, dúvida e adiamento; um projeto desenhado — traçado do cabo pelas zonas comuns, ponto de ligação ao contador da fração, proteções, seguro — gera um "tomámos conhecimento". Preparamos essa documentação de origem, porque já vimos as duas versões do filme.

Em prédios onde vários condóminos querem avançar, há a via melhor: a infraestrutura coletiva com contagem individual — uma coluna de carregamento comum, preparada para crescer, em vez de cinco cabos avulsos a atravessar a garagem. Custa menos por condómino e evita a garagem-esparguete. Levamos a proposta à assembleia, como fazemos nos projetos de autoconsumo coletivo.

  • Comunicação prévia, não autorização
  • Documentação preparada por nós
  • Ligação ao contador da fração
  • Infraestrutura coletiva quando são vários

E para a empresa: carregar a frota e os carros dos clientes?

Vários pontos, uma potência — a gestão de carga faz o resto.

O erro típico dos projetos empresariais é dimensionar para o pior caso: dez carros vezes 7,4 kW e a conclusão errada de que é preciso subir a potência contratada para valores absurdos. Não é. Com gestão de carga, o sistema distribui a potência disponível pelos carros ligados — os que têm pressa carregam mais, os que ficam o dia todo carregam devagar, e a soma nunca passa o limite do contrato.

Instalamos do par de pontos no estacionamento de colaboradores à fila de carregadores com gestão central: circuitos dedicados, contagem por ponto quando é preciso faturar a utilização, e a plataforma de gestão que o responsável de frota consulta. Para comércio e restauração, o carregador à porta é tempo de permanência do cliente — paga-se por outra via.

Em empresas que têm ou vão ter painéis solares, os carregadores entram no mesmo desenho energético: a frota está parada exatamente nas horas de produção, e o excedente que iria para a rede a cêntimos passa a andar em quilómetros. É o par mais lógico do autoconsumo empresarial.

  • Gestão de carga central
  • Contagem por ponto
  • Frota carrega do excedente solar
  • Manutenção contratada

Avaliações verificadas · Zaask

O que dizem os clientes

Muito disponível, muito eficiente e executou o trabalho com bastante técnica. […] Recomendo.

Elizabeth Souza

6 Jun 2022

Super profissional. Cumpridor de horários. […] Conhecimento de várias áreas — AC, Electricidade, Canalização. Recomendo.

Rui Temudo

18 Ago 2022

Pessoas profissionais e preocupadas com o que o cliente pretende. […] Rápidos e profissionais. Recomendo.

Tânia Viana

13 Nov 2022

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Perguntas Frequentes

Quanto custa instalar uma wallbox em Lisboa?

A partir de 900 €, equipamento e instalação incluídos, numa moradia ou garagem com o quadro por perto. Distâncias maiores, atravessamentos ou garagens de condomínio sobem o valor com os metros de cabo e calha. O orçamento fecha-se com fotos do quadro e do percurso — antes de qualquer compromisso.

Posso carregar numa tomada normal?

Como recurso ocasional, sim. Como rotina, não: uma tomada doméstica não foi feita para horas de carga contínua e pode sobreaquecer. Uma wallbox carrega 3 a 5 vezes mais depressa, num circuito dedicado com proteções próprias.

O condomínio pode impedir-me de instalar?

Em regra não. A lei dá ao condómino o direito de instalar um ponto de carregamento no seu lugar, mediante comunicação prévia à administração. Preparamos essa comunicação com o projeto técnico anexado — é o que faz a diferença entre semanas e meses.

Que potência de wallbox devo escolher?

Para a maioria das casas, 7,4 kW monofásica é o equilíbrio certo — enche qualquer bateria numa noite sem obrigar a subir o contrato. Trifásica (11 ou 22 kW) só vale a pena se a casa tiver alimentação trifásica e o carro a aproveitar. Avaliamos e recomendamos com contas à frente.

Preciso de aumentar a potência contratada?

Quase nunca, se a wallbox tiver gestão dinâmica de carga — ajusta o carregamento ao que a casa não está a usar. Se o aumento for mesmo necessário, tratamos do quadro, da certificação e do pedido na E-Redes no mesmo processo.

Quanto tempo demora a instalação?

Numa moradia com o quadro a curta distância, meio dia. Em condomínio, o trabalho técnico é igualmente rápido — o que leva tempo é a comunicação prévia e o acerto do traçado com a administração, tipicamente algumas semanas.

A wallbox funciona com painéis solares?

Sim, e é o melhor uso do excedente: no modo solar, a wallbox carrega com a produção que a casa não está a consumir, ao ritmo que o sol dá. Quem tem ou planeia painéis deve dizê-lo antes da escolha do equipamento — nem todas as wallbox o fazem bem.

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