Painéis Solares para Empresas em Lisboa
Na Grande Lisboa desde 2018

Painéis Solares para Empresas em Lisboa

Autoconsumo empresarial em armazéns, naves, restauração e escritórios — dimensionado ao diagrama de carga

  • Técnicos certificados
  • Orçamento gratuito
  • Resposta no próprio dia
5.0
Zaask
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Passo 1  

O que fazemos num projeto solar empresarial

Diagrama de carga antes do catálogo
Diagrama de carga antes do catálogo

Partimos do consumo real da empresa quarto de hora a quarto de hora — não da área de telhado disponível. É o diagrama que decide a potência, e é a potência mal decidida que estraga o retorno de metade dos projetos empresariais.

  • Consumo quarto-horário
  • Tarifa e potência contratada
  • Potência justificada
  • Estudo gratuito
Cobertura verificada antes de propor
Cobertura verificada antes de propor

Subimos ao telhado antes do orçamento: tipo de cobertura, estado das chapas, vãos da estrutura, caminhos de cabo e acessos. Coberturas de fibrocimento em fim de vida têm caminho próprio — e dizemo-lo já, não a meio da obra.

  • Levantamento em obra
  • Estrutura avaliada
  • Fibrocimento tratado
  • Sem extras a meio
Instalação faseada com a operação a andar
Instalação faseada com a operação a andar

Montagem por zonas e cortes elétricos fora do horário de funcionamento. Numa fábrica, ao fim de semana; num restaurante, entre serviços; num armazém, na janela em que não há expedição.

  • Montagem por fases
  • Cortes fora de horas
  • Plano acordado por escrito
  • Zero paragens não previstas
Licenciamento, ligação e manutenção
Licenciamento, ligação e manutenção

Tratamos do registo da UPAC na DGEG, do processo junto da E-Redes e da certificação da instalação elétrica — que é connosco de qualquer forma. Depois fica a monitorização e o contrato de manutenção, se quiser.

  • Registo da UPAC
  • Processo na E-Redes
  • Certificação incluída
  • Um só interlocutor

Solar empresarial: as contas que a gerência faz antes de assinar

Uma empresa consome de dia — exatamente quando os painéis produzem. É o melhor caso de negócio do fotovoltaico, e é também aquele em que o dimensionamento errado se paga mais caro.

Que empresas de Lisboa é que o solar paga mais depressa?

As que gastam entre as nove e as seis.

A regra é simples e não tem exceções: o autoconsumo poupa quando a energia é usada no instante em que é produzida. Por isso o solar empresarial bate o residencial com folga — a empresa está aberta precisamente nas horas de sol, enquanto a casa está vazia.

Os perfis que melhor encaixam na Grande Lisboa são conhecidos: armazéns e centros logísticos com empilhadores a carregar e frio de armazenagem; oficinas e unidades de produção com compressores e máquinas em contínuo; supermercados e talhos, onde o frio nunca pára; restaurantes com câmaras, extração e ar condicionado a trabalhar o serviço de almoço; ginásios e clínicas com climatização e equipamento ligado o dia inteiro; escritórios com ocupação diurna e servidores; e hotéis e alojamento local, com águas quentes e climatização a puxar de manhã e ao fim da tarde.

Os que exigem mais cuidado no desenho são os de consumo noturno ou muito sazonal — panificação de madrugada, bares, unidades que param em agosto. Não significa que não compense: significa que o projeto tem de ser dimensionado por baixo, ou combinado com armazenamento em bateria, e que quem lhe propuser encher o telhado sem olhar para isto está a vender painéis, não a resolver uma fatura.

  • Consumo diurno = melhor retorno
  • Frio, compressores e climatização
  • Perfis noturnos exigem outro desenho
  • Dimensionar por baixo antes de encher

Estudo de viabilidade: os três números que interessam

Investimento, poupança anual, prazo de retorno.

Pedimos as faturas dos últimos doze meses e, sempre que existe, o diagrama de carga quarto-horário que o comercializador disponibiliza. Onde não há telecontagem útil, instalamos um analisador de rede durante uma ou duas semanas típicas e medimos. É esse ficheiro — e não a área do telhado — que define quantos kWp fazem sentido.

Cruzamos o perfil de consumo com a produção simulada para a orientação e inclinação reais da vossa cobertura, com sombreamentos incluídos, e chegamos à taxa de autoconsumo: a percentagem da produção que a empresa consome em vez de injetar. Um projeto empresarial bem desenhado em Lisboa fica tipicamente acima dos 80%, e é isso que explica os prazos de retorno curtos que o setor anuncia — não a marca do painel.

A proposta que entregamos tem três números à cabeça: investimento total, poupança anual estimada e prazo de retorno simples, com o cenário conservador ao lado do cenário base. Junta-se a produção mês a mês, o impacto na potência contratada e o efeito das amortizações. É o documento que se leva à gerência ou ao banco — e é deliberadamente aborrecido, porque uma decisão de investimento a dez anos não se toma com uma brochura.

  • 12 meses de faturas + diagrama
  • Medição no local quando falta dados
  • Taxa de autoconsumo calculada
  • Cenário base e cenário conservador

A cobertura aguenta? E se for fibrocimento?

A pergunta que decide metade dos projetos industriais.

Painéis e estruturas modernas são leves — a sobrecarga acrescentada é modesta e a maioria das coberturas metálicas aguenta-a sem reforço. O que verificamos antes de propor é o resto: o vão entre madres, o estado da fixação, a corrosão nas zonas mais expostas e se a cobertura tem anos de vida à frente. Instalar sobre um telhado que vai ser substituído daqui a cinco anos é pagar duas vezes pela mesma montagem.

O caso mais frequente nas zonas industriais da Grande Lisboa — Loures, Sintra, Vila Franca, Setúbal — é a cobertura de fibrocimento das naves das décadas de 70 e 80. Sobre fibrocimento em fim de vida não instalamos: é frágil ao pisar, contém amianto na maioria dos casos e obriga a remoção por entidade licenciada. A solução que propomos resolve dois problemas numa empreitada: remoção controlada com plano de trabalhos, cobertura nova em painel sandwich com isolamento, e o solar por cima — um estaleiro, uma mobilização, uma paragem.

Há ainda as alternativas ao telhado, que em Lisboa se subestimam: coberturas de estacionamento em carport, que produzem e dão sombra às viaturas; telheiros e zonas de cargas; e, quando há terreno disponível junto ao quadro, instalação no solo — mais barata de montar, com orientação perfeita e limpeza fácil. Comparamos os cenários com números em vez de assumir que é sempre no telhado.

  • Vãos, fixação e corrosão verificados
  • Fibrocimento: remoção licenciada primeiro
  • Cobertura nova + solar na mesma obra
  • Carport, telheiro ou solo comparados

Instalar sem parar a operação

A obra encaixa no vosso horário, não o contrário.

Nenhuma empresa aceita fechar uma semana para instalar painéis, e não é preciso. A montagem da estrutura e dos módulos faz-se com a atividade a decorrer, por zonas de cobertura, com a área de trabalho delimitada e o acesso separado do da operação. É a parte longa da obra e é a que menos incomoda.

O que exige janela combinada é a ligação: a passagem de cabo até ao quadro, a montagem do inversor e a ligação com as proteções dedicadas implicam um corte de energia. Planeamo-lo consigo à cabeça — ao fim de semana, de madrugada, na paragem de manutenção, entre serviços — e cumprimos a duração anunciada. Se o quadro elétrico não estiver em condições de receber o sistema, isso sai no estudo, com o custo à vista, e não como um extra a meio da obra.

Em instalações onde a paragem não é negociável — um centro de dados pequeno, uma câmara cheia de stock, uma linha em contínuo — a ligação faz-se por fases, alimentando as cargas críticas a partir de outro caminho durante a comutação. Custa mais horas de planeamento e diz-se no orçamento. Prometer zero paragens sem ver o quadro é o género de coisa que se paga depois.

  • Montagem com a empresa a trabalhar
  • Corte só na ligação, à hora combinada
  • Quadro avaliado no estudo
  • Cargas críticas alimentadas por fases

Licenciamento, excedentes e a parte fiscal

A burocracia é nossa; a fatura fica vossa.

O autoconsumo empresarial vive no regime das UPAC, com exigências que crescem com a escala: até 30 kW basta a comunicação prévia; entre 30 kW e 1 MW há registo prévio e certificado de exploração; acima disso entra-se em licença de produção. Confirmamos em que escalão o vosso projeto cai, tratamos do processo na DGEG e do pedido de ligação junto da E-Redes, e entregamos a certificação da instalação elétrica — que sai da mesma equipa que faz a obra.

Sobre vender o excedente à rede, somos francos: com os valores atuais de remuneração, o dinheiro está em consumir, não em vender. Registamos a injeção quando faz sentido, mas nunca desenhamos um sistema para produzir excedente — isso é aumentar o investimento para receber cêntimos. Quando sobra produção a sério, a conversa certa é bateria, deslocação de consumos ou autoconsumo coletivo com quem esteja próximo.

Do lado fiscal, o que muda a conta empresarial face à doméstica é conhecido: o IVA do investimento é dedutível quando o ativo está afeto à atividade, e o equipamento amortiza-se ao longo da sua vida útil. Programas de apoio ao investimento e à eficiência energética existem, mas mudam de ano para ano e de setor para setor — indicamos os que estão em vigor à data da proposta e preparamos a componente técnica no formato que os gabinetes de candidatura pedem: dimensionamento, orçamentos discriminados e especificações. A candidatura é do gabinete ou do vosso contabilista; a engenharia que a sustenta é connosco.

  • Escalão confirmado antes de avançar
  • DGEG e E-Redes tratados
  • Excedente avaliado, nunca perseguido
  • Dossier técnico para candidaturas

Avaliações verificadas · Zaask

O que dizem os clientes

Muito disponível, muito eficiente e executou o trabalho com bastante técnica. […] Recomendo.

Elizabeth Souza

6 Jun 2022

Super profissional. Cumpridor de horários. […] Conhecimento de várias áreas — AC, Electricidade, Canalização. Recomendo.

Rui Temudo

18 Ago 2022

Pessoas profissionais e preocupadas com o que o cliente pretende. […] Rápidos e profissionais. Recomendo.

Tânia Viana

13 Nov 2022

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Perguntas Frequentes

Que retorno pode esperar uma empresa em Lisboa?

Com consumo diurno forte e taxa de autoconsumo elevada, os prazos de retorno empresariais são consistentemente mais curtos que os residenciais. O número real sai do vosso diagrama de carga — desconfie de quem promete um prazo de retorno ao telefone, sem ver uma fatura.

Quanto custa instalar painéis solares numa empresa?

O custo por kWp desce à medida que o sistema cresce — uma instalação de nave industrial custa bastante menos por kWp do que uma de escritório pequeno. O que faz variar o orçamento além da potência é o tipo de cobertura, a distância ao quadro e o estado da instalação elétrica existente. Damos valor fechado depois do levantamento, com tudo discriminado.

O telhado da nave aguenta os painéis?

Na maioria dos casos, sim — a sobrecarga é modesta. Verificamos vãos, fixações e corrosão antes de propor, e se for preciso reforço dizemo-lo no orçamento, não a meio da obra. Coberturas de fibrocimento em fim de vida têm caminho próprio: remoção licenciada e cobertura nova antes do solar.

A empresa tem de parar durante a instalação?

A montagem faz-se com a atividade a decorrer. Só a ligação ao quadro exige corte de energia, e essa janela é combinada consigo — fim de semana, madrugada ou paragem de manutenção — com duração anunciada à cabeça.

Há apoios ou benefícios fiscais para empresas?

O IVA do investimento é dedutível quando o ativo está afeto à atividade e o equipamento amortiza-se. Programas de apoio existem mas mudam com frequência: indicamos os que estão em vigor à data da proposta e preparamos o dossier técnico que as candidaturas pedem.

Compensa pôr baterias numa empresa?

Depende do perfil. Se a empresa já consome quase tudo o que produz, a bateria acrescenta pouco. Compensa em operações com consumo noturno relevante, em tarifários com diferenças horárias marcadas, e onde uma falha de rede custa dinheiro a sério — aí o armazenamento vale também como continuidade de serviço.

Quem faz a manutenção depois de instalado?

Nós, se quiserem. Um sistema empresarial justifica contrato: limpeza e verificação periódicas, monitorização com alertas tratados por nós e prazo de resposta definido a falhas — porque um inversor parado numa central de 100 kW custa por semana o que custa o contrato do ano.

Já temos painéis instalados por outra empresa. Assistem?

Sim. Assistimos e ampliamos sistemas de qualquer marca e instalador, incluindo os casos em que o instalador original já não responde. Fazemos diagnóstico e orçamento antes de mexer.

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